Diário Errante
Elania Costa.19 anos. Com silêncio concentrado. Olhos baixos. Boca desenhada. Risos sem sons. Sorriso bobo. Óculos torto e vermelho na face. Piercing no nariz. Amigos do lado. Irmã no peito. A que permanece. Amor platônico pelo Jensen Ackles. Chocólatra. Apreciadora de um bom vinho e música. MEUS TEXTOS

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❝ Por obséquio, evolua…

— Edu  (via caminhaodegas)

(Source: eduardoabati)

❝ Aos cacos amor, aos cacos. Começo a redigir essas palavras acolchoadas por dores aos cacos. Sinto pela redundância mas não consigo me distinguir porque estou por várias partes. Talvez uma delas esteja contigo dançando ao som de Chopin, talvez uma outra esteja naufragando no meio do vazio que é o mar por fora. Talvez eu tenha deixado que uma parte voasse para longe e de tão longe deixou de existir. Estou estraçalhada amor e eu estou sem forças para andar pela casa. Choveu. E as nuvens cuspiram em cima de mim. Mas tenho dor. Tenho uma dor imensa. E uma dor do tamanho de você. Os cacos refletem sua onipresença não-realizada e os buracos dançam dentro da minha alma. Alma? Deve estar desintegrada em um dos meus membros que, aos gritos, expulsei quando estava ficando sozinha, louca e velha.
Aos cacos amor. Aos cacos.

— Igor Pires (via conotar)

❝ Re.
Reame.
Recomece.
Relembre.
Remexa.
Renasça.
Recupere.
Retorne.
Renove.
Retente.
Reconstrua.
Remarque.
Rebeije.
Reapaixone.
Retribua.
Ressoe.
Reviva.
Se não der certo, meu amigo,
Re.

— Seja.  (via formosa-rainha)

(Source: s-e-j-a)

Cai, lentamente, no abismo que se abria em frente aos meus passos. Cai, lentamente, entre arranhões de terra na pele e unhas que quebrei tentando me agarrar à algo que me mantivesse de pé. Eu desmoronei em algum ponto, com você, sem você. Cheguei no fundo. Pele rasgada, coração acelerado e frio, olhos turvos e profundos, unhas sujas das tentativas de enterrá-las na terra. Levantei os olhos pro céu, lá pra cima, e não consegui mais me enxergar lá. Mas, aprendi tanto com tudo isso, com essa queda. Você me viu desmoronar, você me empurrou abismo a baixo mesmo sem intenção e eu te agradeço por isso. Você ouviu? Agradeço. Eu não seria isso que me transformei hoje sem aquela terrível queda. Resolvi dar um passo de cada vez. Seguir em frente, sem pressa. Colocar tudo em seus devidos lugares, fixar meus pontos de apoio em locais confiáveis. Eu dei o tempo necessário para as feridas cicatrizarem, e colei novamente cada pedacinho do meu coração. Eu cai, e aprendi a derrubar, aprendi a ficar de pé em qualquer circunstância. Transformei todas as dores e decepções, em força. As razões pelas quais agora olho nos olhos, sorrio e encaro, são as mesmas que me levantaram. Força, foco em mim mesma e fé, ou eu diria que foi a esperança de ser novamente eu mesma, sem você. Quebrei a cara, escancarei a boca, gritei e fui ser eu. Sem você. Cresci. Desatei o laço que eu tinha no pulso que me ligava a ti de alguma maneira e sorri, dessa vez, de verdade. Sorri em meio as decepções e em meio as cicatrizes formadas por causa da queda. Eu sobrevivi. Com marcas expostas pra que não pensem que foi fácil. Eu superei todos os obstáculos, ignorei todos aqueles que diziam que eu não seria capaz de me reerguer. Rasguei o contrato que dizia que eu precisava de você pra viver. Ultrapassei limites que a sociedade me impôs e cheguei até aqui. Mais forte, mais sábia, mais feliz.Porque ser forte não é ser inderrubável, e sim saber se levantar depois de todas as quedas.

Elania C. ( Diário Errante ) & Ly ( Transbordar sentimentos )

#elania#ly#*-*#gostei
Cai, lentamente, no abismo que se abria em frente aos meus passos. Cai, lentamente, entre arranhões de terra na pele e unhas que quebrei tentando me agarrar à algo que me mantivesse de pé. Eu desmoronei em algum ponto, com você, sem você. Cheguei no fundo. Pele rasgada, coração acelerado e frio, olhos turvos e profundos, unhas sujas das tentativas de enterrá-las na terra. Levantei os olhos pro céu, lá pra cima, e não consegui mais me enxergar lá. Mas, aprendi tanto com tudo isso, com essa queda. Você me viu desmoronar, você me empurrou abismo a baixo mesmo sem intenção e eu te agradeço por isso. Você ouviu? Agradeço. Eu não seria isso que me transformei hoje sem aquela terrível queda. Resolvi dar um passo de cada vez. Seguir em frente, sem pressa. Colocar tudo em seus devidos lugares, fixar meus pontos de apoio em locais confiáveis. Eu dei o tempo necessário para as feridas cicatrizarem, e colei novamente cada pedacinho do meu coração. Eu cai, e aprendi a derrubar, aprendi a ficar de pé em qualquer circunstância. Transformei todas as dores e decepções, em força. As razões pelas quais agora olho nos olhos, sorrio e encaro, são as mesmas que me levantaram. Força, foco em mim mesma e fé, ou eu diria que foi a esperança de ser novamente eu mesma, sem você. Quebrei a cara, escancarei a boca, gritei e fui ser eu. Sem você. Cresci. Desatei o laço que eu tinha no pulso que me ligava a ti de alguma maneira e sorri, dessa vez, de verdade. Sorri em meio as decepções e em meio as cicatrizes formadas por causa da queda. Eu sobrevivi. Com marcas expostas pra que não pensem que foi fácil. Eu superei todos os obstáculos, ignorei todos aqueles que diziam que eu não seria capaz de me reerguer. Rasguei o contrato que dizia que eu precisava de você pra viver. Ultrapassei limites que a sociedade me impôs e cheguei até aqui. Mais forte, mais sábia, mais feliz.Porque ser forte não é ser inderrubável, e sim saber se levantar depois de todas as quedas.
Elania C. ( Diário Errante ) & Ly ( Transbordar sentimentos )

(Source: m-i-l-o-n-g-a)

❝ Vivo no quase, no nunca e no sempre. Quase, quase - e por um triz escapo.

— Lispector, “A Cidade Sitiada” (via anjoinverso)

❝ Minha vida não é boa, mas penso que pode ser apenas porque um pingo de chuva molhou meu rosto. Não foi uma lágrima. Foi a chuva. E eu quero que chova para sempre.

— Giovanna Zambianchi (via 1milhogrande)

❝ Era para ser sintético, ameno, descomplicado. Porém, há sempre uma parte nossa que cai nos buracos negros, longos e cheios de nós a serem desfeitos.

— Camila Costa. (via camilacosta)